O Brasil está dividido em 3, não em 2 como pensam os Bolsonaristas e imaginavam os Lulopetistas

Por: Carlos Guglielmeli




É comum ver a patrulha Bolsonarista falando algo do tipo, “se eles estão achando ruim, é porque estamos no caminho certo”, para qualquer esboço de opinião que não seja 100% favorável ao presidente Jair Bolsonaro (PSL). Como se todo mundo que tenha senso crítico fosse um adversário esquerdista ou petista.

Mas o Brasil não se resume a “direitistas Bolsonaristas” e “esquerdistas Lulopetistas”, pelo contrário, esses dois grupos devem representar juntos algo em torno de  metade do povo brasileiro, a outra metade é feita por “isentões”, como foram apelidados pelos Bolsominions (radicais seguidores do presidente) as pessoas de senso crítico normal, capazes de elogiar e ou criticar qualquer um e todos.




O PT cometeu o mesmo erro fatal no passado, achou que o país era habitado apenas por “nós e eles”, com isso a patrulha dos fanáticos petistas (Lulopetistas) fez o mesmo que hoje fazem os idólatras Bolsonariatas, cercando-os, atacando-os, desrespeitando-os e consequentemente afastando-os.

Foi assim que se construiu a queda petista, talvez mais por isso do que pela corrupção.

Recentemente uma publicação dos radicais seguidores de Bolsonaro dizendo: “se a poderosa Globo não derrubou o presidente Bolsonaro, imagine o que vai fazer as suas publicações (em redes sociais) que não chegam a 10 curtidas”, tomou conta da grande rede e demonstra a incapacidade dessas pessoas fazerem uma avaliação mínima sobre o que falam antes de passar o vexame.

Eles esqueceram o grande orgulho nacional a cerca da vitória improvável conquistada por Jair Bolsonaro nas eleições de 2018, ele foi eleito pelo engajamento de milhares de pessoas simples, comuns, apolíticas que se cansaram da corrupção e também da patrulhas enlouquecidas dos petistas.




Foram exatamente essas publicações com menos de 10 curtidas que levaram o peesselista ao poder e podem tirarem-no de lá.

– Á, mas a maioria das pessoas são bolsonaristas, basta ver o volume deles nas redes sociais. Ledo engano. Repetindo o que foi escrito no segundo parágrafo deste texto, cerca de 50% do eleitorado nacional é feito por pessoas que não militam política e só observam as movimentações silenciosamente, a outra metade está dividida em algo perto de 25% de alucinados idólatras de Bolsonaro e 25% de enlouquecidos fanáticos do Lulopetismo, que incomodam os “isentões”.

Óbvio que esses números são baseados em meu achismo pessoal, despretensioso de acertar milimetricamente, o mesmo que no passado avaliou, mais precisamente em 2005, que o petismo ficaria no poder entre 12 e 16 anos e hoje acredita que Bolsonaro está fadado a um único mandato.




Para ser mais ousado, sou capaz de casar uma grana na afirmação de que a ondinha Bolsonaro não chega nem às eleições de 2020.

Vamos aguardar para ver se vou errar pela primeira vez e meia em 21 aos de comentários políticos.

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