Mulher encontrada morta em Planaltina DF é identificada; caso é tratado como feminicídio

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Letícia Pereira de Morais Melo, de 20 anos, saiu da casa de familiares, em Planaltina, na noite de segunda-feira (16/12). Ela foi morta com um corte profundo na traqueia

A jovem encontrada morta na manhã desta terça-feira (17/12) foi identificada como Letícia Pereira de Morais Melo, de 20 anos. O corpo da mulher estava em uma estrada de terra no Setor de Chácaras Jardim Morumbi, em Planaltina. Moradores da região encontraram o cadáver por volta das 6h20, quando saíam para trabalhar. O caso é investigado pela 16ª Delegacia de Polícia (Planaltina) como feminicídio, mas outras hipóteses não são descartadas.

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Letícia saiu na noite de segunda-feira (16/12) da casa em que morava com a família e um filho, de três meses, na região administrativa. De acordo com o delegado Diogo Cavalcante, chefe da 16ª DP, a vítima tinha o costume de passar temporadas longe dos familiares. “A jovem morava na rua por certos períodos e, depois, retornava para a residência dela. Ela não era uma pessoa com rotina regular. Por isso, estamos buscando informações para montar o quebra cabeça. Com os dados sobre a vítima, traçaremos o perfil. Isso irá ajudar na investigação”, afirma Cavalcante.

A polícia ainda não sabe se a jovem foi morta no local onde o corpo estava ou se alguém deixou o cadáver na estrada. Entretanto, na madrugada, testemunhas confirmaram escutar um carro adentrando o local e, pouco tempo depois, indo embora. O veículo e o condutor não foram identificados. O cadáver foi descoberto somente pela manhã, com um corte longo e profundo na traqueia.

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“A jovem foi morta, sim, com muita crueldade. Ela acabou sendo semi-degolada. Inicialmente, investigamos como feminicídio, mas estamos abertos a outras hipóteses. Pode ser uma execução ou até mesmo um latrocínio. Está tudo muito prematuro”, destaca o delegado. Se confirmado o assassinato por questão de gênero, será o 33º feminicídio do ano no Distrito Federal.

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Além do homicídio brutal da vítima, um pacote de camisinha aberto também chamou a atenção dos policiais. Apesar da evidência, não há indícios suficientes de que Letícia tenha sofrido abuso sexual. “Ao menos é o que os peritos nos apontaram em um primeiro momento. Contudo, o que realmente vale é o que está no laudo do Instituto de Medicina Legal e vamos esperar para confirmar ou descartar o estupro”, acrescenta o delegado responsável pelo caso.

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