Em Analise: Coronavoucher a maior humilhação já vivida pelos brasileiros

Nunca na história de nossa nação fomos tão humilhados pelo governo brasileiro, o famigerado Coronavoucher nome dado ao auxilio “emergencial” prometido pelo governo federal durante a a pandemia de covid-19 que obrigou os brasileiros a ficarem isolados em casa.

Milhares estão passando fome e o que parecia ser a salvação, acabou se tornando a maior humilhação já sofrida por nós. Pais e mães de família completamente desesperados, vendo a fome chegar em suas casas e o tau auxilio não chegar.

O desespero é maior ainda para aqueles que fizeram a solicitação desde de o primeiro dia do anuncio de liberação do aplicativo e até hoje quando consulta o andamento recebe de retorno a frase que se tornou mais conhecida e mais terrível que ja existiu “Em Analise” a frase que para quem tem fome é muito mais preocupante do que o próprio motivo dessa fome, o covid-19, deixou de ser o maior terror dos brasileiros que começam a não ligar para o isolamento e ir as ruas em busca do que comer e alimentar os seus.

Milhares de pessoas estão ignorando o isolamentos social e encarado imensas filas nas agencias da caixa e da receita federal em busca de informação e solução

O pior de tudo é ver nas redes sociais videos de pessoas que receberam o auxilio fazendo piadas, comprando bebidas, fazendo churrasco e mais uma infinidade de coisas que revoltam quem realmente precisa desse dinheiro para comprar comida.

Essa desigualdade tem gerado muita insatisfação do povo brasileiro. Muitas famílias que estão realmente precisando do dinheiro não estão conseguindo obter o auxilio. Todos estão à espera de um posicionamento da Caixa e do governo que simplesmente ignoram o assunto.

QUEM NÃO PRECISA JA RECEBEU E QUEM REALMENTE PRECISA NÃO CONSEGUIU NEM SER APROVADO

PODE ATÉ SER UMA TRISTE COINCIDÊNCIA, MAS AQUI ONDE MORO.
A biqueira e os botecos estão ficando com quase todo o dinheiro do auxilio

As únicas pessoas que receberam foi os alcoólatras que ficam debaixo da arvore bebendo pitchula, os que fumam “pedra” , os traficantes de Crack e a galera que ta fazendo festinha e malhando do Governo.
E DAS PESSOAS QUE REALMENTE PRECISAM , NÃO CONHEÇO NENHUMA, QUE TENHA RECEBIDO

Outros problemas

Mesmo após terem passado pelas exigências para receber o auxílio, trabalhadores têm se queixado da demora na liberação do dinheiro. Segundo a Caixa Econômica, após o cadastro ser aprovado, o prazo para depósito é de três dias úteis. Mas esse prazo nem sempre é cumprido. A reportagem entrou em contato com a Caixa para saber as razões para essa demora. A resposta foi que aproximadamente 75 milhões de brasileiros já receberam a resposta sobre o auxílio emergencial após a análise feita pela Dataprev e que pagará até o próximo dia 30 mais R$ 7,6 bilhões para aproximadamente 9,6 milhões beneficiários do Bolsa Família, além dos R$ 23,5 bilhões já pagos para 33,2 milhões de pessoas.

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Há ainda os trabalhadores que não estão conseguindo acessar a poupança social digital aberta para recebimento do auxílio. A medida, com o objetivo de possibilitar o recebimento por quem não tem conta em banco, acabou sendo outro empecilho para que o dinheiro fosse liberado.

No cadastro do auxílio, o trabalhador pode escolher para o depósito do dinheiro uma conta bancária já existente ou abrir uma poupança social digital na Caixa. Essa poupança é movimentada pelo aplicativo Caixa Tem.

Trabalhadores têm relatado nas redes sociais que não conseguem entrar no aplicativo Caixa Tem para ter acesso ao dinheiro. Há relatos ainda de que o sistema está impossibilitando a transferência do dinheiro dessa poupança para outras contas, inclusive da própria Caixa.

Segundo a Caixa, o sistema está sobrecarregado pelos usuários que não têm direito ao auxílio emergencial, mas que mesmo assim acessam o aplicativo.

Na última segunda-feira (20), o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, informou que quem foi aprovado, mas não recebeu a primeira parcela, poderá receber duas de uma só vez.

O governo chegou a anunciar que anteciparia a segunda parcela do auxílio nesta quinta-feira (23), mas, na véspera, recuou, sem informar uma nova data.

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“Por fatores legais e orçamentários, pelo alto número de requerentes que ainda estão em análise, estamos impedidos legalmente de fazer a antecipação da segunda parcela do auxílio-emergencial”, informou o governo federal.

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