Vídeo aterrorizante mostra adolescentes torturando e afogando menina de 14 anos

Adolescentes são apreendidas após torturar e matar menina de 14 anos

Uma menina de 14 anos foi morta por duas adolescentes de 15 anos na praia de Maria Farinha, em Paulista, na Região Metropolitana do Recife, na manhã de terça-feira (25). A vítima foi torturada, esfaqueada, espancada e afogada. As suspeitas gravaram toda a sequência, compartilharam o vídeo nas redes sociais e foram apreendidas à tarde. As informações são do Folha de Pernambuco via Portal R7.

Segundo a polícia, crime teria sido motivado por ciúmes – Reprodução/Folha de Pernambuco

Segundo informações preliminares da Polícia Civil de Pernambuco, o crime teria sido motivado por ciúmes. A vítima teria tido um relacionamento com uma das suspeitas, que atualmente namora com a outra suspeita pela morte.

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As adolescentes de 15 anos que mataram a colega e divulgaram as imagens foram autuadas em flagrante por ato infracional equiparado a homicídio. Elas foram levadas para a Delegacia de Maria Farinha e prestaram depoimento ao delegado Álvaro Muniz, responsável pelo caso. Ainda de acordo com a polícia, vídeo e fotos da morte passarão por perícia.

Nas imagens, é possível ver a menina de 14 anos sendo torturada por uma das suspeitas enquanto a outra filma a sequência brutal. A vítima veste uma camisa da rede municipal de ensino do Recife.

O corpo da adolescente foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), localizado no bairro de Santo Amaro, na área central da capital pernambucana. A Polícia Civil de Pernambuco prossegue com as investigações.

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Dupla envolvida em morte em Maria Farinha tem internação provisória decretada

Segundo a Funase, as duas adolescentes já foram transferidas para um Centro de Internação Provisória (Cenip) e serão mantidas em alojamentos separados

O crime ocorreu na beira-mar, em Maria Farinha, nessa terça-feira (25) / Reprodução/TV Jornal

O crime ocorreu na beira-mar, em Maria Farinha, nessa terça-feira (25)
 
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Após serem apresentadas ao Ministério Público e ao Judiciário, na tarde desta quarta-feira (26), as duas adolescentes de 15 anos envolvidas na morte de outra jovem, de 14, em Maria Farinha, Paulista, no Grande Recife, nessa terça-feira (25), tiveram a internação provisória decretada. De acordo com a Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), elas já foram transferidas para um Centro de Internação Provisória (Cenip) e serão mantidas em alojamentos separados.

Como prevê a legislação federal, elas poderão permanecer no local por até 45 dias à espera da sentença da justiça, tempo que é rigorosamente cumprido em Pernambuco, segundo a Funase.  De acordo com o órgão, no período, as duas terão o acompanhamento de profissionais técnicos e serão inseridas na prática de atividades pedagógicas com o intuito de prepará-las para um eventual cumprimento de medida socioeducativa de internação, que pode durar até três anos, e para a reintegração social.

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Na noite de terça-feira (25), após sair da delegacia de Maria Farinha, as duas adolescentes foram levadas para a Unidade de Atendimento Inicial (Uniai), na Boa Vista, Centro do Recife. A Funase informou que, no local, ambas receberam o primeiro acompanhamento de uma equipe técnica da instituição, composta por assistentes sociais, pedagogos e psicólogos. Em todo o tempo, permaneceram em alojamentos separados, por segurança.

Crime em Maria Farinha

Oito minutos e 34 segundos da tortura que provocou sua morte registrados por uma de suas assassinas em vídeo divulgado nas redes sociais. O crime contra uma adolescente de 14 anos, cometido por outras duas jovens de 15 no Pontal de Maria Farinha, Paulista, Região Metropolitana do Recife (RMR), na manhã de ontem, causou indignação. Mesmo pedindo que as agressoras parassem e conversassem com ela, a vítima não conseguiu escapar dos socos, puxões de cabelo, tentativas de afogamento e golpes de faca.

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Por volta das 14h40, as duas adolescentes chegaram à Delegacia de Polícia da 34ª Circunscrição, em Maria Farinha, onde foram autuadas em flagrante por ato infracional equiparado a homicídio. Na unidade policial, o delegado Álvaro Muniz tentou ouvi-las, mas só conseguiu de maneira informal, já que ambas permaneceram agressivas durante o tempo em que estiveram no local. “Desde o momento em que foram apreendidas, se mostram extremamente agressivas e com sinais de que ingeriram entorpecentes. Iniciamos o depoimento, mas de uma hora para outra, começaram a gritar, surtar, inclusive agredindo policiais civis. Diante do contexto, fica inviável colhermos a versão para esse trágico crime”, explicou à TV Jornal.Vestindo o uniforme de uma escola pública do Recife, ela foi encontrada morta na beira-mar, perto de uma edificação abandonada. As duas suspeitas, que estariam sob efeito de drogas, resistiram à apreensão na praia, agredindo policiais. “Até nós, policiais, ficamos surpresos com tamanha agressividade, falta de amor ao próximo e perversidade com que o crime foi cometido. Elas apresentaram resistência desde o momento da apreensão”, relatou o tenente-coronel Ramalho, comandante do 17º Batalhão da Polícia Militar, responsável pela captura.

Sepultamento sob pedidos de justiça

A jovem foi sepultada sob aplausos e pedidos de justiça. A cerimônia aconteceu no Cemitério de Santo Amaro, no Centro do Recife, nesta quarta-feira (26).

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Adolescente morta em Maria Farinha é sepultada sob pedidos de justiça

O crime brutal, registrado em vídeo que circula nas redes sociais, causou comoção

Familiares e amigos aplaudiram a vítima e pediram justiça / Foto: Felipe Ribeiro/JC Imagem

Familiares e amigos aplaudiram a vítima e pediram justiça
Foto: Felipe Ribeiro

Vítima de um crime brutal registrado em vídeo por uma por uma de suas assassinas, a adolescente de 14 anos morta em Maria Farinha, Paulista, no Grande Recife, nessa terça-feira (25), foi sepultada sob aplausos e pedidos de justiça. A cerimônia aconteceu no Cemitério de Santo Amaro, no Centro do Recife, nesta quarta-feira (26).

Felipe Ribeiro/JC Imagem

Durante o velório, muito abalada e em uma cadeira de rodas, a mãe da vítima não falou com a imprensa. O pai da jovem afirmou que só ficou sabendo da morte ao ver o vídeo do crime, que circula nas redes sociais.

“Estava indo para minha casa. Quando cheguei em uma lanchonete, fui comer alguma coisa, as pessoas estavam compartilhando o vídeo: ‘duas meninas mataram outra em Maria Farinha’. Eu falei ‘cadê, deixa eu ver?'”, relatou.

“Eu não vi o rosto, mas vi o perfil. Já me deu um calafrio. Aí eu fiz, ‘ei, cara, mostra o rosto'”, continuou. Diante da resistência das pessoas, o homem revelou que a menina do vídeo poderia ser sua filha. “Eu falei ‘por favor, adianta, ela é minha filha!’. Todo mundo parou, olhou assim e aceleraram o vídeo. Quando eu olhei, tive um choque”, descreveu. 

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Mãe da adolescente morta em Maria Farinha desmaia no IML

A menina de 14 anos foi morta brutalmente por outras duas adolescentes de 15 anos

Mãe da adolescente morta em Maria Farinha desmaia no IML
Mãe da adolescente vítima das agressões. 

A mãe da adolescente de 14 anos, que morreu brutalmente na praia de Maria Farinha, em Paulista, foi até o Instituto de Medicina Legal (IML) para tentar liberar o corpo da filha para o sepultamento. A mãe foi amparada por familiares o tempo todo. Ela chegou a desmaiar enquanto caminhava e teve que ser colocada em uma cadeira de rodas.

A menina foi sequestrada quando seguia para a escola na área central do Recife e foi levada até o local do crime por outras duas adolescentes de 15 anos. Ela agredida com socos e puxões de cabelo. As meninas tentam afoga-la várias vezes. A jovem ainda chega a receber vários golpes de faca no pescoço da pessoa que faz o vídeo. Na gravação, ainda é possível ouvir a voz de uma mulher dizendo que vai chamar a polícia.

As suspeitas

Segundo o delegado, as adolescentes que já tem passagens pela Funase e estavam sob efeito de drogas. Em nota, a Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) informou que uma das adolescentes de 15 anos já havia passado pelo sistema socioeducativo, tendo cumprido medida de semiliberdade em 2018.

Já a outra adolescente, também de 15 anos, chegou a dar entrada na instituição em 2017, mas, após um período de internação provisória, que dura até 45 dias, recebeu sentença da Justiça determinando o encaminhamento para a liberdade assistida, que é cumprida sem qualquer vínculo com a Funase.

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