Sobe para 195 número de casos de coronavírus no DF; veja perfil de infectados

Houve 18 novas confirmações da doença em 24 horas. Maioria dos pacientes tem de 31 a 50 anos.

O governo do Distrito Federal divulgou, na noite desta quarta-feira (25), que o número de infectados pelo novo coronavírus subiu para 195. O total representa um aumento de 18 registros nas últimas 24 horas e quatro a mais do que o último levantamento, quando havia 191 casos.

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Entre os pacientes, há 11 pessoas internadas – a maioria com infecções graves. Até a última atualização desta reportagem, não havia registro de mortes no DF pelo agravamento da Covid-19. Veja situação dos pacientes:

  • 5 infecções críticas
  • 6 infecções graves
  • 121 infecções leves
  • 64 ainda em investigação

No último boletim, o governo do DF também detalhou o perfil dos 189 infectados. A maioria tem entre 31 e 50 anos (veja abaixo) e é considerada “grupo de baixo risco”. Segundo dados da Companhia de Planejamento (Codeplan), essa faixa etária integra a maior parte da população do DF, que tem 44% dos moradores com idades entre 30 e 59 anos.

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Veja o perfil dos infectados no DF:

Entre os casos diagnosticados com perfil detalhado, 111 são homens (60,66%) e 72 são mulheres (39,34%). Veja abaixo a distribuição por faixa etária e grupo de risco:

  • 11 a 20 anos: 4 casos, grupo de baixo risco
  • 21 a 30 anos: 28 casos, grupo de baixo risco
  • 31 a 40 anos: 52 casos, grupo de baixo risco
  • 41 a 50 anos: 46 casos, grupo de baixo risco
  • 51 a 59 anos: 27 casos, grupo de risco médio
  • mais de 60 anos: 24 casos, grupo de alto risco

Paciente curada

Primeira paciente curada da Covid-19 no DF fala sobre doença e isolamento

Na terça-feira (24), foi registrado o primeiro caso de paciente curada da Covid-19 no DF. A advogada Daniela Teixeira, de 48 anos, estava em isolamento domiciliar desde 16 de março e, mesmo depois da recuperação, deve permanecer em quarentena até o dia 1º de abril.

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Em entrevista à TV Globo (veja acima), a moradora do DF contou que os sintomas persistiram por quase uma semana e “foram leves”. Daniela lembra que “era algo muito parecido com uma gripe, dor no corpo, dor de cabeça, mal-estar generalizado”, mas sentia medo e preocupação.

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