Médica acusada de matar filho sai de ala psiquiátrica e vai para a prisão

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Juliana de Pina de Araújo recebeu alta da ala psiquiátrica do Hospital de Base, onde ficou internada desde o crime, cometido em 28 de junho, “devido ao quadro de provável surto que desencadeou os fatos”

 

A médica de 34 anos suspeita de matar o filho, de 3, e tentar tirar a própria vida recebeu alta da ala psiquiátrica do Hospital de Base. Juliana de Pina de Araújo deve ser transferida, ainda nesta terça-feira (14/8), para a Penitenciária Feminina do Distrito Federal, a Colméia.
O caso ocorreu na noite de 28 de junho, no apartamento onde os dois moravam, na Asa Sul. A médica do Samu é acusada de homicídio duplamente qualificado e teve a prisão preventiva expedida pela Justiça em 29 de junho. Se condenada, pode pegar de 12 a 30 anos de prisão.
No dia do crime, com a criança no coloco e suja de sangue, anunciou que o filho estava morto e que se mataria. O porteiro do prédio a impediu de correr. Ele e um vizinho colocaram a mulher, o menino e a avó dele em um carro, que seguiu para o Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). Contudo, a criança não resistiu e morreu na unidade hospitalar.
Juliana deu entrada no Hospital de Base no mesmo dia, em estado grave. Ela ficou internada 45 dias na ala psiquiátrica, sob custódia de agentes da 1ª Delegacia de Polícia, a responsável por investigar o caso. À época, ficou decidido que ela ficaria na área especializada “devido ao quadro de provável surto que desencadeou os fatos”.

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