Empresário espancado em Brasília deixa estado grave e recupera consciência

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Jelder Eric Lourenço, de 25 anos, foi encontrado desacordado sob ponte. Segundo família, ele mexe cabeça, olhos e já identifica as pessoas.

Jelder Eric Lourenço, de 25 anos, estava desacordado quando foi localizado por funcionários de clube em Brasília (Foto: Arquivo Pessoal)

Jelder Eric Lourenço, de 25 anos, estava desacordado quando foi localizado por funcionários de clube em Brasília (Foto: Arquivo Pessoal)

O empresário Jelder Eric Lourenço, de 25 anos, que tinha sido encontrado desacordado e com sinais de espancamento em Brasília, foi retirado da sedação na última sexta-feira (17) e já está acordado. Segundo a família, ele mexe a cabeça, os olhos, identifica as pessoas e mostra ter recuperado a memória.

Ainda de acordo com os parentes, ainda é cedo para saber se há alguma sequela no cérebro. Os diagnósticos virão com novos exames cerebrais.

“Já descartaram a possibilidade de hemodiálise, que poderia ser feita para não sobrecarregar os rins com remédios”, afirmaram. Jelder terá de passar por cirurgia na região da mandíbula, mas ainda não foi confirmado quantas serão necessárias.

“Os médicos estão impressionados com o desenrolar do quadro dele.”

Ponte Honestino Guimarães, em Brasília (Foto: Tony Winston/GDF/Divulgação)

Ponte Honestino Guimarães, em Brasília (Foto: Tony Winston/GDF/Divulgação)

Espancamento

Jelder foi achado no dia 6 de agosto por dois funcionários da Associação dos Servidores do Senado Federal (Assefe) próximo ao Lago Paranoá, com múltiplos golpes na cabeça. Ele deu entrada no hospital com estado grave e instável.

Procurada pela TV Globo, a Polícia Civil disse que investiga o caso, mas que não passaria detalhes sobre a investigação.

Amigos da vítima contaram que Jelder mora sozinho em um apartamento na Asa Norte. Ele teria telefonado para a família, em São Paulo, na noite de sábado (4), mas, desde então, não manteve mais contato.

Na segunda (6), um colega de trabalho foi até a casa do empresário e constatou que a porta estava destrancada e Jelder não estava. Os documentos do jovem permaneciam no local.

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