Fundação Getúlio Vargas- FGV dá calote em contratados que participaram do ENCCEJA no DF

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Varias pessoas que trabalham na aplicação das provas do ECCEJA, no DF acusam Fundação Getúlio Vargas de dar um calote, deixando de pagar os valores combinados.

O Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) foi realizado no domingo, 19 de novembro, para mais de 1,5 milhões de pessoas, segundo dados do INEP.

A FGV,foi a responsável por administrar e aplicar a prova, para isso contratando varias pessoas no sistema de diária de trabalho.

As principais reclamações são as de que varias pessoas abdicaram de um domingo que normalmente seria um dia de descanso, na esperança de receber um dinheiro extra, para ajudar nas despesas, varias dessas pessoas passaram o dia em baixo de um sol escaldante sem nenhuma estrutura e sem receber alimentação, transporte e se quer água, por parte da organização.

E depois de todo esse suplicio ainda não receberam a irrisória quantia de R$ 180,00 ( cento e oitenta reais)

O que tem causado a revolta dos contratados.

Após varias tentativas de receber o dinheiro junto ao responsável pela equipe um homem identificado como Marcelo. O grupo formado por 73 pessoas resolveu procurar nossa redação em busca de ajuda para encontrar as respostas para o mistério.

Alem desse grupo em particular, outras pessoas e equipes também  podem ter sido vitima desse calote.

Marcelo, responsável pela equipe

Tentamos contato com o então coordenador Marcelo(foto), através de ligação telefônica e mensagens no whatsapp entretanto até o fechamento da matéria não obtivemos resposta.

Da mesma forma que tentamos contato com a Fundação Getúlio Vargas, que após uma centena de transferências por vários setores da instituição acabamos por ser deligados em nossa tentativa telefônica.

Agora fica a pergunta?

Onde foi parar o dinheiro dos que trabalharam?

Será mesmo que uma instituição até o momento tida como séria e renomada vai realmente dar um calote em pessoas humildes que abriram mão do descanso, do convívio famílias e até da diversão com o intuito de ganhar um dinheirinho extra?

Veja as imagens do grupo de whatsapp

2 COMENTÁRIOS

  1. A reportagem não diz se eles procuraram algum órgão público como o ministério público ou a defensoria pública. Com todo o respeito a redação mas eles só procuraram vocês ?!

  2. Bom é uma falta de responsabilidade vincular o Marcelo como responsável, inclusive ele também está sem receber. O Marcelo foi coordenador Municipal, sendo contratado pela FGV para prestar este serviço, assim como os demais colaboradores (Coordenadores Locais, chefes, fiscais etc), sendo o pagamento de total responsabilidade da Fundação Getúlio Vargas. Nós coordenadores municipais não tivemos acesso ao pagamento dos colaboradores em nível local. O dinheiro é transferido da FGV direto para a conta do coordenador local, que no caso não recebeu o pagamento. Inúmeras as vezes ele entrou em contato com a coordenação estadual (a qual tb presta este serviço temporário à FGV), sendo que essa mesma coordenação estadual comunicou à FGV, que até a presente data não resolveu o ocorrido. Vale salientar que houve diversos casos pelo Brasil. Logo, reafirmos que a exposição midiática por parte dessa reportagem, sem apurar os fatos, configura uma tremenda irresponsabilidade, causando constrangimento ao Marcelo, que como mencionei tb está sem receber pelo serviço prestado.

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