LAMENTÁVEL – Mais um inocente paga com a vida, o descaso do GDF com a saúde publica, Até quando????

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NOTA SOBRE O DESFECHO DO CASO DA EMILLY

A Emilly chegou ao hospital HMIB (Hospital Materno Infantil de Brasília) na madrugada do dia 9 de Setembro de 2017, por volta das 2:00AM com fortes dores de cabeça, porém consciente. Na recepção, não havia profissional para fazer a classificação de risco e determinar qual caso era mais grave que o outro e, assim, barraram a entrada dela por ela não estar “grave o suficiente para ser atendida”. É correto deixar um técnico administrativo fazer tal tarefa?
Ela teve a primeira convulsão. Houve reclamação e, o que foi dito foi que ela aguentaria esperar pois ela não estava tão grave quanto os outros. Ela teve sua segunda convulsão. Aproximadamente depois de 2 horas de sofrimento e muita insistência do pai, ela já inconsciente, foi permitida a entrada após a terceira convulsão, entrando num estado muito mais crítico ao que chegara ao hospital devido a falha no atendimento na recepção.
O médico informara que o procedimento seria entubá-la e aguardar. O quadro dela se agravou.
Em seguida, foram-nos informados de que não havia Técnico para operar o Tomógrafo, sendo necessário recorrer ao Ministério Público. Não havia UTI. Ela ficara numa Semi-UTI.
A equipe médica fez de tudo diante as condições precárias da saúde pública oferecidas pelo governo para que a Emilly se recuperasse. Assim, ficaram sem saber como tratar do caso pois ela estava em estado muito grave tendo sucessivas paradas cardíacas, respirando através de aparelhos e sem uma UTI- Móvel para transportá-la e averiguar. Senhor Governador Rollemberg e Senhor Secretário de Saúde Humberto Lucena, vos pergunto: será que se a Emilly tivesse o suporte adequado quando chegara ao Hospital ela não teria se estabilizado e não vindo a óbito?

Hoje o céu está em festa. Mais um anjo partira e deixara saudades. Será sempre nossa eterna e amada Emilly. Descanse em paz.

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